A conexão pessoal com as obras se torna uma jornada intrigante, desvendando histórias e enigmas. A apreciação da arte não se limita à estética; é um mergulho nas mentes dos artistas, compreendendo influências, desafios e conquistas.
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A conexão pessoal com as obras se torna uma jornada intrigante, desvendando histórias e enigmas. A apreciação da arte não se limita à estética; é um mergulho nas mentes dos artistas, compreendendo influências, desafios e conquistas.
Leia maisAos 65 anos, embarquei em uma jornada emocionante, participando de um curso sobre a história da arte. Esta experiência tem revelado fascinantes descobertas, destacando a importância de educar nosso olhar para uma compreensão mais profunda das artes plásticas.
Leia maisNas iluminogravuras, Suassuna frequentemente utilizava imagens que remetem à tradição medieval europeia, como cavaleiros, brasões e símbolos religiosos, misturadas com poemas e elementos da cultura popular nordestina, como cangaceiros, animais e figuras do sertão.
Leia maisEntre suas obras mais reconhecidas estão “O Auto da Compadecida” e “A Pedra do Reino”, consideradas clássicos da literatura brasileira.
Leia maisEm resumo, a ficção científica do século XXI nos presenteou com filmes que não apenas nos entretêm, mas também nos desafiam a pensar mais profundamente sobre nossa existência, nossas relações e o futuro da humanidade.
Leia maisAo longo do século XXI, a ficção científica no cinema tem cativado espectadores com obras que transcendem as fronteiras da imaginação.
Leia maisPor Vladimir Neiva, continuação da parte 1. Taylor Swift, uma cantora que até aquele momento era uma desconhecida para mim
Leia maisAo volante do meu carro, com uma rádio musical local soando nos auto-falantes, me dei conta, pela enésima vez, de que a vida sempre traz surpresas encantadoras.
Leia maisScorsese utiliza esses eventos históricos como um microcosmo da psicologia social americana, onde a busca pelo “sonho americano” muitas vezes é marcada por atos imorais e ilegítimos.
Leia maisMeu filme favorito ao Oscar deste ano é “Assassinos da Lua das Flores”, de Martin Scorcese. Se você ainda não o viu, procure nas plataformas de streaming e não deixe de vê-lo. É longo, mas vale cada minuto diante da tela. Aqui não vou entrar em minúcias do roteiro ou me deter nos fatos da trama, que se desenrola por 3 horas e vinte e seis minutos.
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